O Homem Extraordinário (Ou a Olívia Patroa)
A pergunta politicamente interessante é outra: Luís Neves-diretor da PJ aplicaria a Luís Neves-ministro os mesmos critérios que a instituição aplicou aos outros?
A pergunta politicamente interessante é outra: Luís Neves-diretor da PJ aplicaria a Luís Neves-ministro os mesmos critérios que a instituição aplicou aos outros?
Em causa estão dois factos relacionados com viagens que resultaram de "inúmeras inspeções", da Polícia Judiciária, avança o ministro da Administração Interna.
Atual ministro contestou imputações que lhe são feitas sobre infrações financeiras cometidas enquanto foi diretor da PJ.
Quanto mais Luís Neves arrasta uma resposta, mais espaço dá à desconfiança mas também a novas descobertas, contadas sempre por outrem em tons que não lhe podem ser favoráveis.
Quando um Governo assume que reformar é escavacar, vivemos tempos perigosos.
Quando o Estado, uma autarquia ou outra entidade pública celebra um contrato, entrega a exploração de um serviço ou manda executar uma obra, pode assumir encargos durante vários anos.
O padrão é o mesmo: em Portugal legisla-se mal, sem planear políticas públicas, sem identificar com rigor os problemas, sem fundamentar as propostas de solução, sem medir os impactos do que foi feito.
Joaquim Cardoso da Costa e Maria Paula Ribeiro Faria foram indicados pelo PSD, Gabriela Cunha Rodrigues pelo PS e Luís Filipe Brites Lameiras pelo Chega.
Dos cerca de 130 mil munícipes potencialmente abrangidos, inscreveram-se 15.293. Relatório aponta ainda que o transporte em ambulância para hospital não registou qualquer utilização.
Pedimos a três analistas políticos para avaliar os governantes tendo em conta as medidas executadas, a capacidade de comunicação e de gestão de crise. Miranda Sarmento vence pela postura “serena e pelo excedente orçamental”. Ana Paula Martins, ministra da Saúde, é o elo mais fraco.
O PS confirmou hoje que a Polícia Judiciária está a realizar buscas na sede nacional, em Lisboa, afirmando que as diligências estão relacionadas com um dos seus trabalhadores e não com o partido.
A nova lei do Tribunal de Contas não é uma reforma, é mesmo um assalto.
Se continuarmos neste ritmo, qualquer dia descobre-se em Lisboa as ceroulas da dona Carlota Joaquina, recuperada da escala que o D. João VI fez na Madeira quando se “pisgou” para o Brasil e algum burocrata iluminado decide pedir de volta metade do Jardim Municipal.
Na quinta-feira à tarde já o secretário-geral socialista, José Luís Carneiro, confirmou que o seu partido votará contra o pacote laboral na generalidade.
A comunicação oficial do Governo resume a reforma em termos de clarificação jurisdicional, reforço do controlo interno e atualização da responsabilidade financeira, mas não explicita a base factual dessas opções. Não resulta dela, todavia, um processo prévio transparente de consulta institucional publicamente conhecido.
Em abril o Partido Popular já tinha denunciado a utilização indevida de fundos provenientes da União Europeia para financiar despesas da Segurança Social.